À descoberta do Espírito Santo: Pe. Marcelino Ferreira

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Já (todos) ouvimos falar de Jesus Cristo, até nos atrevemos a dar-lhe um rosto… Deus, o Pai de Jesus Cristo, nosso Pai, também já nos foi «apresentado», pelo menos através das Escrituras que nos falam abundantemente dele…

 

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E sobre o Espírito Santo, o que é que sabemos? (Alguns são capazes de dizer que é um «banco mau»!) Um sopro? Uma brisa suave? Uma nuvem? Uma pomba? Uma forte rajada de vento? Uma língua de fogo? Uma fonte de vida? Para muitos cristãos, o Espírito Santo continua a ser um «Deus desconhecido»…

«Recebei o Espírito Santo. Ele vos ensinará tudo e há-de recordar-vos tudo que vos disse» (Sabes de quem é esta promessa?). O Espírito Santo é o catequista, por excelência. Ele ensina-nos, faz-nos compreender os mistérios da nossa fé. Ele reza em nós. Ele dá testemunho. Pouco a pouco, pela sua ação, percebemos a presença de Deus em nós, à nossa volta; e o mistério da vida vai-se abrindo ao seu sentido mais profundo. «O Espírito Santo é a fonte inesgotável da vida de Deus em nós» —  afirmou o Papa Francisco. Quanto mais deixarmos que o Espírito Santo viva em nós, tanto mais sairá de nós uma criatividade capaz de fazer com que a «seca» da vida (ou da catequese) se transforme em «água viva».

Pois bem, é essa (re)descoberta que me proponho fazer contigo no «E-vangelizar»: descobre o Espírito Santo que há em ti! Ele precisa de nós para derramar os seus dons e para fazer brilhar os seus frutos.

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Marcelino Paulo Ferreira, presbítero da diocese de Braga. Atualmente, exerço a missão de pároco em Ferreiros, Sequeira e Vilaça (no arciprestado e diocese de Braga). 

Apresento-me como um inconformado em relação os modelos «predefinidos» de fazer catequese e muito mais ainda em relação ao modelo de catequese «escola» que ainda vigora na mente de alguns catequistas e no programa de muitas paróquias: seguindo o calendário escolar, dentro de uma «sala de aulas» e com a mesma dinâmica de relação entre professor e alunos… E, depois, queremos que tudo seja concretizado em conceitos, em definições. Talvez não seja o mais importante! No que diz respeito à fé, não é de certeza.

Agrada-me a criatividade que desafia a encontrar novos caminhos para a pastoral, para a catequese. Não se trata de inventar para ser diferente. Trata-se de abrir a vida «à fecundidade do Espírito Santo».

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