Quaresma 02Mar 09

As palavras de Jesus, às vezes, são estranhas, paradoxais.

«Quando o Filho do Homem vier na sua glória, acompanhado por todos os seus anjos, há-de sentar-se no seu trono de glória. Perante Ele, vão reunir-se todos os povos e Ele separará as pessoas umas das outras, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos. À sua direita porá as ovelhas e à sua esquerda, os cabritos.
O Rei dirá, então, aos da sua direita: ‘Vinde, benditos de meu Pai! Recebei em herança o Reino que vos está preparado desde a criação do mundo. Porque tive fome e destes-me de comer, tive sede e destes-me de beber, era peregrino e recolhestes-me, estava nu e destes-me que vestir, adoeci e visitastes-me, estive na prisão e fostes ter comigo.’
Então, os justos vão responder-lhe: ‘Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer, ou com sede e te demos de beber? Quando te vimos peregrino e te recolhemos, ou nu e te vestimos? E quando te vimos doente ou na prisão, e fomos visitar-te?’ E o Rei vai dizer-lhes, em resposta: ‘Em verdade vos digo: Sempre que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, a mim mesmo o fizestes.’
Em seguida dirá aos da esquerda: ‘Afastai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, que está preparado para o diabo e para os seus anjos! Porque tive fome e não me destes de comer, tive sede e não me destes de beber, era peregrino e não me recolhestes, estava nu e não me vestistes, doente e na prisão e não fostes visitar-me.’ Por sua vez, eles perguntarão: ‘Quando foi que te vimos com fome, ou com sede, ou peregrino, ou nu, ou doente, ou na prisão, e não te socorremos?’ Ele responderá, então: ‘Em verdade vos digo: Sempre que deixastes de fazer isto a um destes pequeninos, foi a mim que o deixastes de fazer.’
Estes irão para o suplício eterno, e os justos, para a vida eterna.» (Mt 25, 31-46)

A atenção ou desprezo face àqueles a quem Ele chama os “irmãos mais pequenos” (os marginais, os últimos, os indefesos) equivalem ao amor ou à recusa da sua pessoa.

Mas porquê?

Para nós é difícil aceitar este raciocínio porque estamos habituados a ver as relações com Deus e com o próximo como duas experiências separadas.

Mas se acreditarmos a sério que o manadamento maior é mesmo o amor a Deus e ao próximo, não teremos dificuldade em ver nos “mais pequenos” o rosto de Deus.

Orar

Quando olho para o exemplo de tantos santos,

cristãos que levaram a fé e o amor a sério,

sinto-me incapaz.

E apesar disso, eu sei que Tu me chamaste

à santidade também a mim.

Ajuda-me a fazer realidade na minha vida

a tua Palavra de vida.

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